Maragojipe canta seus filhos

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

IMPERDÍVEL: TVE exibe nesta sexta o documentário Maragós

A TVE Bahia exibe nesta sexta-feira, dia 17 de fevereiro, às 19h30 o documentário Maragós. O documento audiovisual rmostra como a simpática cidade, privilegiadamente encravada no Recôncavo baiano, guarda história, cultura e belezas sem par. É Maragojipe, cidade de descobertas, de um povo e uma festa especial, o Carnaval. Este foi o ponto de partida para o documentário produzido pela Casa do Verso, escrito e dirigido pelo jornalista Antonio Pastori.

Maragojipe encanta os que vivem e os que passam pela cidade, localizada a 133 km de Salvador, considerada pacata, mas que no Carnaval se transforma e se enche de festa e de gente.

Realizado em 2006 e ainda inédito, MARAGÓS mostra um lugar encantador, onde passa um rio, onde passa história, tradição e muita alegria. Um lugar onde realidade e fantasia se misturam e se completam o ano inteiro. Terra de um povo intenso, autêntico que veio do índio, do mestiço, do europeu e do negro. Banhada pelo rio Paraguaçu, Marogojipe é beleza, é riqueza, é festa.

No carnaval, tem uma praça que também é do povo, do povo da terra e do povo de fora, que vem de todo lugar e enche a pequena cidade para admirar a beleza e as cores das fantasias e das máscaras que se transformaram, através do prazer e esforço de um povo legitimamente carnavalesco, em Patrimônio Imaterial da Bahia. Carnaval diferente, criativo e que preserva mais de 300 anos de tradição, de mistura de povos, de raças e preceitos, de mãos e palmas, e do samba na palma da mão.

Terra de gente cheia de arte, gente bela, sensual, de olhares e sorrisos marcantes, apaixonada pela vida e pela cidade. Uma festa que mistura magia e paixão, bem explicada por quem é maragojipano, que tem no sangue o fervor, e na pele o transpirar do verdadeiro sentido de ser carnavalesco.

“Maragós *nasceu* da primeira reportagem que fiz sobre o Carnaval de Maragojipe. O titulo homenageia o terceiro trio elétrico construído na Bahia em 1957. Sem a preocupação de rigores estéticos, o filme é um encontro de amigos, regado a estórias, temperos e canções que atravessam o tempo e ainda acalentam os nossos ouvidos”, afirma Pastori.

Maragós une a lente descompromissada da poesia audiovisual e um povo perfumado de festa. Prova que a vida, mais do que nunca, é a arte do encontro.